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Eu sobrevivi ao Holocausto – resenha do livro sobre o Holocausto

O comovente relato de uma das últimas amigas vivas de Anne Frank

Livro Eu sobrevivi ao Holocausto

Dados do livro “Eu sobrevivi ao Holocausto”

Editora Universo dos Livros
Número de páginas 192
Ano de edição 2015
Autor Nanette Blitz Konig

Descrição:

Como sobreviver a um campo de concentração? Estaria essa sobrevivência condicionada ao acaso do destino? Em um emocionante relato, Nanette Blitz Konig conta a história de um período em que ela e milhões de judeus foram entregues à própria sorte com a mínima chance de sobrevivência. Colega de classe de Anne Frank no colégio, Nanette teve a juventude roubada e perdeu a crença na inocência humana quando esteve diante da morte diversas vezes – situações em que fora colocada em virtude da brutalidade incompreensível dos nazistas. 
Hoje, aos 86 anos, Nanette vive no Brasil e expõe suas lembranças mais traumáticas aos leitores. As cenas vivenciadas por ela fizeram os mais experientes oficiais de guerra, acostumados a todos os horrores possíveis, chorarem ao tomar conhecimento. Em uma luta diária pela sobrevivência, Nanette deveria suportar o insuportável para manter-se viva. Através de um depoimento ao mesmo tempo sensível e brutal, ela questiona a capacidade de compaixão do ser humano, alertando o mundo sobre a necessidade urgente da tolerância entre os homens.
*Informações retiradas do site da Livraria Saraiva

O que achei do livro “Eu sobrevivi ao Holocausto”

Trouxe esse livro na volta da minha última viagem ao Brasil, nesse post contei todos os livros que trouxe. Acabei de ler ele agora, e simplesmente amei.

Não foi o primeiro relato sobre o holocausto que li, mas esse foi mais que especial.
Nanette Blitz Konig, escreveu esse livro em 2015, e não durante o período em que ficou presa no campo de concentração. Sua escrita é leve e prende a atenção do início ao fim.

Um fato interessante é que Nanette, após ser libertada de Bergen-Belsen e recomeçou sua vida na Inglaterra, conheceu seu marido e se mudou para o Brasil. Ela mora há muitos anos em São Paulo.

Além disso, Nanette encontrou Anne Frank dentro do campo de concentração de Bergen-Belsen, e ela conta como foi no livro.

O relato é muito comovente e assustador, não canso de me espantar com as atrocidades que aconteceram durante a Segunda Guerra, e sigo pensando que quando mais soubermos sobre esse assunto, mais poderemos tentar evitar que tudo isso se repita um dia. Além de que, todo esse sofrimento, merece não ser esquecido.

A força de vontade que ela tem de viver é inspiradora, mesmo diante de tantas perdas, ela conseguiu recomeçar.

Mas o livro Eu sobrevivi ao Holocausto, me mudou de alguma forma.

Sabe aquele livro que te faz pensar na vida? Pensar se você está realmente “gastando” seu tempo com pessoas e coisas que valem a pena? Te faz entender que existe algo muito maior e mais importante, que se chama felicidade e paz interior, ao invés de perder dias e dias com intrigas, fofocas, confusões, pessoas que não fazem questão ou não retribuem sua amizade, perder tempo com coisas pequenas.

Não sei se juntou a mensagem do livro com o meu momento de vida, mas ele me fez (RE)pensar muitas coisas. E a partir de agora, quero viver mais leve, e dar importância para que me dá a mesma importância. Tudo na vida, seja relacionamento amoroso, familiar ou amizade, tem que ser uma via de mão dupla.

“Nem sempre o que nos acontece vai ser agradável ou reconfortante e, no entanto, são esses desafios que nos fazem nos fazem mais fortes e preparados para o amanhã. ” (Nanette Blitz Konig – Eu sobrevivi ao Holocausto)


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