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Eu sobrevivi ao Holocausto – resenha do livro sobre o Holocausto

Trouxe esse livro na volta da minha última viagem ao Brasil, nesse post contei todos os livros que trouxe. Acabei de ler ele agora, e simplesmente amei.

Não foi o primeiro relato sobre o holocausto que li, mas esse foi mais que especial.
Nanette Blitz Konig, escreveu esse livro em 2015, e não durante o período em que ficou presa no campo de concentração. Sua escrita é leve e prende a atenção do início ao fim.

Um fato interessante é que Nanette, após ser libertada de Bergen-Belsen, recomeçou sua vida na Inglaterra, conheceu seu marido e se mudou para o Brasil. Onde mora há muitos anos, em São Paulo.

Além disso, Nanette encontrou Anne Frank dentro do campo de concentração de Bergen-Belsen, e ela conta como foi no livro.

Eu sobrevivi ao Holocausto – O comovente relato de uma das últimas amigas vivas de Anne Frank

O relato é muito comovente e assustador, não canso de me espantar com as atrocidades que aconteceram durante a Segunda Guerra, e sigo pensando que quando mais soubermos sobre esse assunto, mais poderemos tentar evitar que tudo isso se repita um dia. Além de que, todo esse sofrimento, merece não ser esquecido.

A força de vontade que ela tem de viver é inspiradora, mesmo diante de tantas perdas, ela conseguiu recomeçar.

Mas o livro Eu sobrevivi ao Holocausto, me mudou de alguma forma.

Sabe aquele livro que te faz pensar na vida? Pensar se você está realmente “gastando” seu tempo com pessoas e coisas que valem a pena? Te faz entender que existe algo muito maior e mais importante, que se chama felicidade e paz interior, ao invés de perder dias e dias com intrigas, fofocas, confusões, pessoas que não fazem questão ou não retribuem sua amizade, perder tempo com coisas pequenas.

Não sei se juntou a mensagem do livro com o meu momento de vida, mas ele me fez (RE)pensar muitas coisas. E a partir de agora, quero viver mais leve, e dar importância para que me dá a mesma importância. Tudo na vida, seja relacionamento amoroso, familiar ou amizade, tem que ser uma via de mão dupla.

“Nem sempre o que nos acontece vai ser agradável ou reconfortante e, no entanto, são esses desafios que nos fazem nos fazem mais fortes e preparados para o amanhã. ” (Nanette Blitz Konig – Eu sobrevivi ao Holocausto)

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