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Livros para aumentar minha coleção, que um dia será grande!

Minha coleção de livros é meu xodó. Amo meus livros e escolho todos com carinho. Os que não escolhi, ganhei de pessoas especiais, que conhecem a minha grande vontade de ter uma biblioteca gigante (rs).

Como essa:
 

 

 

Minha coleção de livros

Atualmente, tenho 147 livros (sem contar os e-books), e todas as vezes que vou ao Brasil, volto carregada de mais alguns. Quando voltei em dezembro/2015, trouxe x. E isso porque eu só tinha direito a 1 mala de até 23 kg para despachar e 1 mala de mão. Imaginem se eu tivesse mais espaço.

Ah sim, já deixei mais alguns lá, na reserva, esperando a próxima vez. 🙂

Então, se quiser me agradar, me dê um livro!! #ficadica

Livros que trouxe do Brasil

Vou contar para vocês aqui, quais livros eu trouxe dessa última vez.

Vou começar por esse, por 2 motivos. Primeiro porque sou fã, fui no último show que a Legião Urbana fiz no ABC (São Paulo) em 1993 (que sorte!), e sei a letra de Faroeste Caboclo de cor  desde os 12 anos (rsrs).

Segundo porque é o livro que estou lendo, e quero falar um pouquinho sobre ele.

 

Só por hoje e para sempre – Renato Russo

Sinopse
Entre abril e maio de 1993, Renato Russo passou vinte e nove dias internado numa clínica de reabilitação para dependentes químicos no Rio de Janeiro. Durante esse período, o músico seguiu com total dedicação os Doze Passos, programa criado pelos fundadores dos Alcoólicos Anônimos, que incluía um diário e outros exercícios de escrita. É este material inédito que vem à tona depois de mais de vinte anos em Só por hoje e para sempre, graças ao desejo de Renato de ter sua obra publicada postumamente. Entremeando as memórias do líder da Legião Urbana com passagens de autoanálise e um olhar esperançoso para o futuro, este relato oferece a seus fãs, além de valioso documento histórico, um contato íntimo com o artista e um exemplo decisivo de superação.

Estou amando ler esse livro. Renato Russo que narra a história, e esse fato nos carrega para dentro dela, como se fossemos um amigo de Renato, ouvindo suas histórias e fazendo parte de toda aquela loucura que era a sua vida. É muito bom saber que ele reconheceu os erros (o que é bem difícil), e que tentou, pelo menos naquele momento, melhorar, ser uma pessoa melhor.

Ele escreveu as músicas do álbum O descobrimento do Brasil, durante o período que ficou internado (que é a época que ele narra no livro), e depois de começar a ler, comecei a analisar também as letras e tudo fez mais sentido. Saber todas as dores, angustias, sentimentos que ele tinha nesse período e ouvir as lindas músicas que ele fez, algumas que ainda fazem nos dias atuais,  me resta chegar a conclusão de que ele era realmente um gênio, e incompreendido. Chega a ser um livro de auto-ajuda, que nos estimula a dar mais valor para vida! Super recomendo!!

 

Tive ótimas indicações para ler essa série de livros, e este será o próximo da lista!!

 
 

1808 – Laurentino Gomes

Sinopse
O propósito deste livro, resultado de dez anos de investigação jornalística, é resgatar e contar a história da corte lusitana no Brasil e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás. ‘1808 – Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil’ é o relato sobre um dos principais momentos históricos brasileiros.
 

1822 – Laurentino Gomes

Sinopse
Um livro que desvenda os acontecimentos históricos com uma metodologia sem falhar e que se lê com um sorriso nos lábios.
O livro 1822 pretende mostrar que país era este que a corte de D. João deixava para trás ao retornar a Lisboa, em 1821. Vai falar do Grito do Ipiranga, das enormes dificuldades do Primeiro Reinado, da abdicação de D. Pedro, em 1831, sua volta a Portugal para enfrentar o irmão, D. Miguel, que havia usurpado o trono, e a morte em 1834.

1889 – Laurentino Gomes

Sinopse
Nas últimas semanas de 1889, a tripulação de um navio de guerra brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital de Ceilão (atual Siri Lanka), foi pega de surpresa pelas notícias alarmantes que chegavam do outro lado do mundo. O Brasil havia se tornado uma república. O império brasileiro, até então tido como a mais sólida, estável e duradoura experiência de governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de quinze de novembro. O austero e admirado imperador Pedro II, um dos homens mais cultos da época, que ocupara o trono por quase meio século, fora obrigado a sair do país junto com toda a família imperial. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos do novo regime estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.
 
Essas e outras histórias surpreendentes estão 1889, o novo livro do premiado escritor Laurentino Gomes. A obra, que trata da Proclamação da República, fecha uma trilogia iniciada com 1808, sobre a fuga da corte portuguesa de Dom João para Rio de Janeiro, e continuada com 1822, sobre a Independência do Brasil. Somados, os dois livros venderam mais de 1,5 milhão de exemplares no Brasil e ganharam quatro prêmios Jabuti, o mais prestigiado da literatura brasileira. Com 24 capítulos e ricamente ilustrado, 1889 contribui para a compreensão de um dos períodos mais controversos da história do país, em um relato cativante que explica não só os acontecimentos que levaram à queda da monarquia, em 1889, mas também outros episódios importantes da história brasileira como a Guerra do Paraguai e o movimento abolicionista.

A hora das estrelas – Clarice Lispector

Sinopse
A história da nordestina Macabéa é contada passo a passo por seu autor, o escritor Rodrigo S.M. (um alter-ego de Clarice Lispector), de um modo que os leitores acompanhem o seu processo de criação. À medida que mostra esta alagoana, órfã de pai e mãe, criada por uma tia, desprovida de qualquer encanto, incapaz de comunicar-se com os outros, ele conhece um pouco mais sua própria identidade. A descrição do dia-a-dia de Macabéa na cidade do Rio de Janeiro como datilógrafa, o namoro com Olímpico de Jesus, seu relacionamento com o patrão e com a colega Glória e o encontro final com a cartomante estão sempre acompanhados por convites constantes ao leitor para ver com o autor de que matéria é feita a vida de um ser humano.
Há muito tempo queria um livro dela, e dessa vez ele veio. O primeiro escolhido foi esse, mas tem outros na minha wishlist.
 

Sentimento do Mundo – Carlos Drummond de Andrade

Esse foi influência da minha filha, pois é leitura oficial da Fuvest e ela adorou!

Sinopse
“Sentimento do Mundo” é o terceiro livro de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1940. Aqui, o poeta surge atento aos acontecimentos políticos da época. “Tenho apenas duas mãos/ e o sentimento do mundo”, escreve nos versos que abrem este volume.

Esse Drummond humanista lamenta que as pessoas mantenham olhos cerrados para o mundo a ponto de permitir a violência – a Segunda Guerra Mundial – e de trocar a compaixão pelo egoísmo de quem vive em um “terraço mediocremente confortável” (“Privilégio do mar”).

A visão de mundo pouco otimista não o impede de ser lírico nos delicados “Menino chorando na noite” e “Noturno à janela do apartamento”. E ainda sobra tempo para escrever sobre o amigo Manuel Bandeira, num “apelo de um homem humilde” que funciona ainda como um elogio e uma reflexão sobre o fazer poético.

O Retrato de Dorian Gray – Oscar Wilde

Sinopse
Versão de Oscar Wilde para o mito faustiano da perda da alma em troca dos prazeres mundanos, “O retrato de Dorian Gray” é um relato de decadência moral e punição, exemplo do humor cáustico e refinado de seu autor.

Dorian Gray é um belo e ingênuo rapaz retratado pelo artista Basil Hallward em uma pintura. Mais do que um mero modelo, Dorian Gray torna-se inspiração a Basil em diversas outras obras. Devido ao fato de todo seu íntimo estar exposto em sua obra prima, Basil não divulga a pintura e decide presentear Dorian Gray com o quadro. Com a convivência junto a Lorde Henry Wotton, um cínico e hedonista aristocrata muito amigo de Basil, Dorian Gray é seduzido ao mundo da beleza e dos prazeres imediatos e irresponsáveis, espírito que foi intensificado após, finalmente, conferir seu retrato pronto e apaixonar-se por si mesmo. A partir de então, o aprendiz Dorian Gray supera seu mestre e cada vez mais se entrega à superficialidade e ao egoísmo. O belo rapaz, ao contrário da natureza humana, misteriosamente preserva seus sinais físicos de juventude enquanto os demais envelhecem e sofrem com as marcas da idade. 

Desde que assisti o filme no cinema, e adorei, queria o livro. A ida para Dublin ano passado (2015), onde escutei mais sobre a história de Oscar Wilde, so aumentou a vontade e aqui ele está.

Eu sobrevivi ao Holocausto – Nanette Blitz Konig

Sinopse
Como sobreviver a um campo de concentração? Estaria essa sobrevivência condicionada ao acaso do destino? Em um emocionante relato, Nanette Blitz Konig conta a história de um período em que ela e milhões de judeus foram entregues à própria sorte com a mínima chance de sobrevivência. Colega de classe de Anne Frank no colégio, Nanette teve a juventude roubada e perdeu a crença na inocência humana quando esteve diante da morte diversas vezes – situações em que fora colocada em virtude da brutalidade incompreensível dos nazistas. Hoje, aos 86 anos, Nanette vive no Brasil e expõe suas lembranças mais traumáticas aos leitores. As cenas vivenciadas por ela fizeram os mais experientes oficiais de guerra, acostumados a todos os horrores possíveis, chorarem ao tomar conhecimento. Em uma luta diária pela sobrevivência, Nanette deveria suportar o insuportável para manter-se viva. Através de um depoimento ao mesmo tempo sensível e brutal, ela questiona a capacidade de compaixão do ser humano, alertando o mundo sobre a necessidade urgente da tolerância entre os homens.

Claro, que um livro relacionado a 2ª Guerra Mundial, não poderia faltar na minha lista!! Essa é mais uma das minhas paixões. 🙂
Vi pela primeira vez o depoimento dessa amiga da Anne Frank em 2013, no museu Anne Frank em Amsterdam. O vi novamente durante a minha visita a Bergen-Belsen

Quando vi, na prateleira da livraria, esse livro recém lançadonão resisti, mesmo sabendo que minha mala estava cheia

Cem anos de Solidão – Gabriel Garcia Marquez

Livros
Sinopse
“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer a fábrica de gelo”… Com essa frase antológica, García Marquéz, Prêmio Nobel de Literatura de 1982, introduz a fantástica Macondo, um vilarejo situado em algum recanto do imaginário caribenho, e a saga dos Buendia, cujo patriarca, Aureliano, fez trinta e duas guerras civis… e perdeu todas.
 
García Marquéz já despontava como um dos mais importantes escritores latino-americanos, no início da década de 1970, quando Cem anos de solidão começou a ganhar público no Brasil. O livro causou enorme impacto. Na época, o continente estava pontilhado de ditaduras. Havia um sentimento geral de opressão e de impotência. Então, essa narrativa em tom quase mítico, em que o tempo perde o caminho, em que os episódios testemunhados e vividos acabam se incorporando às lendas populares, evoca nos leitores uma liberdade imemorial, que não pode ser arrebatada. E tão presente. Tão familiar e necessária.
 
Em Macondo, os mortos envelhecem à vista dos vivos e os anjos chegam, sempre, em dezembro. Entretanto, García Marquéz nunca aceitou que suas narrativas fossem rotuladas como fantasia. Talvez porque isso exilasse Macondo num outro mundo, que nem a solidão ou a liberdade pudessem alcançar. Cem anos de solidão é a mais pura história do povo latino-americano. Mas ultrapassa o momento e expõe a alma dessa história – ou como é vivenciada.

Um clássico. Ainda não li nada do autor, e achei uma boa ideia começar por esse.

Dublin Street – Samantha Young

Livros
Sinopse
Traumatizada pelo seu trágico passado, a americana Joss muda-se para a Escócia, na romântica Edimburgo, onde espera começar uma nova vida. Durante quatro anos tenta negar memórias dolorosas, refugiando-se na escrita, no sonho de um dia, finalmente, pôr os seus fantasmas no papel. Mas de repente tudo muda. Quando vai morar em um luxuoso apartamento na Dublin Street, conhece o desconcertante Branden, um carismático milionário que exerce sobre ela um irresistível fascínio. Joss se vê numa encruzilhada. Sabe que a atração entre ambos é imediata, avassaladora. Mas os demônios do seu passado a impedem de se entregar ao sensual escocês. É então que ele lhe propõe um estranho acordo, que lhes permitirá explorar a atração entre eles sem se envolverem emocionalmente. Joss aceita. E no início acredita, inocentemente, que o acordo vai dar certo. Mas Branden quer mais, muito mais, quer tudo. Quer desvendar todos os seus segredos – e está disposto a mudar o que for preciso para tê-la por inteiro. Mas será que ela está disposta a ir até o fim?

Li boas resenhas sobre esse livro e fiquei interessada na história.

Sou a louca dos livros?? Imaginaaaa!!
Se abrissem minha mala dessa vez, quando voltei do Brasil, teria livros e cachaça. O que será que pensariam??
Bom, o que importa é que, no fim deu tudo certo!!

E você, se interessou por algum livro?


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12 Comentários

  • Reply
    Renata Salas Collazo
    28 de janeiro de 2016 at 13:45

    Aline, muito interessante o seu post… ler é tão bom, a gente conhece e se transporta para tantos lugares….Adorei sua seleção, li alguns deles… você irá amar. Obrigada, foi uma leitura ótima vir por aqui!!!

  • Reply
    Guaciara Rhein
    28 de janeiro de 2016 at 15:07

    Eu adoro, amo livros! Mas confesso que com a maternidade praticamente parei de ler… é uma coisa que sinto muita falta! Eu lia sempre, minha estante de livros é super mega recheada, mas alguns títulos nem trisquei! E confesso com dor que andei vendendo uns livros por total falta de espaço… tentei voltar a ler há uns meses, mas desisti. É muito frustrante parar toda hora. Também assino duas revistas, a Super e a Mundo Estranho e tenho vários exemplares fechados. Espero voltar a ler muito novamente quando minha caçula ficar maiorzinha.

  • Reply
    Simone Hara
    28 de janeiro de 2016 at 21:54

    Amo ler! Mas confesso que já me desapeguei dos livros físicos… não sou daquelas que sentem saudades do cheiro, do peso e do toque do bom e velho livro de papel… Me apaixonei tanto pelo meu Kindle. Fomos feitos um para o outro, almas gêmeas… Leio muito mais depois que ele entrou na minha vida e me desfiz, sem dó de toda a minha biblioteca particular… livros de papel foram doados em carretas por aqui… Sei que isso pode soar quase como uma heresia, mas no final, de papel ou eletrônico, restou o meu amor pelos livros e pela leitura! E já acrescentei aí alguns do seu post na minha wishlist do Amazon…

  • Reply
    Claudia Bins
    28 de janeiro de 2016 at 21:54

    Só livro bom! Eu amo O Retrato de Dorian Gray, um clássico, mas todos são excelentes. Eu aderi ao eReader, o Kindle paperwhite e desde que comprei passei a ler mais. É tão fácil levar na bolsa e quando termina um livro, com um click eu compro outro na hora. Perdição!

    beijo

    Claudia @MezzoMondo

  • Reply
    Julia Igreja
    28 de janeiro de 2016 at 21:54

    Amo, amo, amo livros! Tenho uma coleção – mas não tão grande como a sua!! haha Sou doida para ter estantes e estantes de livros pela casa <3 mas falta espaço e grana para comprar o que quero. Amei o livro da segunda guerra, sou apaixonada nesse tema, me deixa curiosa e emocionada!
    Adorei todos 🙂 Beijos

  • Reply
    Melissa Lima
    28 de janeiro de 2016 at 21:54

    Noooooosssssssaaaaa! Pronto! Adorei vc já! Eu amo ler, leio muito. Agora comecei a comprar livros em espanhol pra praticar e tudo… Mas poderemos trocar várias figurinhas, e eu gosto de livros assim, físicos, nada de ebook! Palmas pra Cem Anos de Solidão. Amo ele! Beijos.

  • Reply
    A Li na Alemanha
    28 de janeiro de 2016 at 21:55

    Ler é muito bom mesmo!! Obrigada Renata!! Bjooo

  • Reply
    A Li na Alemanha
    28 de janeiro de 2016 at 21:57

    Não gosto de ficar parando a leitura também. Espero que encontre um tempinho para voltar a ler em breve!! Bjooo

  • Reply
    A Li na Alemanha
    28 de janeiro de 2016 at 21:59

    Hahahhaa se deixar compro uns 15 por dia, já tenho 6 guardados no Brasil pra trazer pra Alemanha kkkkkkk. Ainda não li Cem anos de Solidao, mas irei ler!! 🙂
    Bjooo

  • Reply
    A Li na Alemanha
    28 de janeiro de 2016 at 22:00

    Então temos muitaaaaa figurinha pra trocar Julia!! Adoro esse tema tb, e aqui na Alemanha, virou quase uma ideia fixa kkkkk
    Bjooo

  • Reply
    A Li na Alemanha
    28 de janeiro de 2016 at 22:02

    O livro ainda nao li, mas assisti o filme, vc ja viu?! Eu gostei!!
    Eu tenho o Kindle Paperwhite tb, confesso que pra viajar e ler na ida/volta do curso, é infinitamente mais pratico..mas em casa, antes de dormir, sempre leio de papel mesmo rsrs
    Entao, sempre leio 2 livros ao msm tempo kkkk
    Bjooo

  • Reply
    A Li na Alemanha
    28 de janeiro de 2016 at 22:04

    Noooossa vou ficar brava com vc, mas só pq vc nao mandou essas carretas virem aqui pra minha casa kkkkkkk
    Gosto do meu kindle tb, e morro de ciumes (é só meu kkkk), mas o cheiro do papel do livro realmente ganha meu coração!!
    Bjooo

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